Coaching with James Bach – Parte 01

Olá pessoal!

Vou começar aqui uma nova série de posts (que eu espero durar bastante), já falei do James Bach em alguns posts meus posts, e é considerado o melhor analista de teste da atualidade (pelo menos por muitos)… e ele topou um Coaching, ele tem um post no blog dele que fala sobre ele fazer esses coachings via skype, e bem…eu pedi e consegui!!!!!!! (colocaria aqui um Gif meu dançando de felicidades…mas não quero deixar a página pesada pra carregar), e ele autorizou também a tradução para o blog =]

Não existe agendamento, eu incomodo ele no Skype…se ele tiver um tempo ele me ajuda, então não vou prometer uma periodicidade de posts…

Vou fazer uma tradução da conversa, não me julguem…eu estava totalmente ansioso (por que será né?), mas o papo valeu bastante a pena… expliquei pra ele que sou “newbie” e nem sabia por onde queria começar…mas vou cortar a introdução do papo e ir direto para a parte prática (Até por que já enrolei vocês demais)

Ps. lembrem-se que foi no skype, então as vezes a ordem do Dialogo pode ficar atropela-da, e não irei corrigir isso, ok?

Ps2. Lembrem-se que inglês não é minha língua nativa… logo eu tive certa dificuldade em me expressar as vezes

Ps3. I noticed that a lot of people searching for this post is not from Brazil, if anyone want me to send the original conversation in english please inform me by comment 😉

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Levando a severidade a sério

Esse post é uma tradução/adaptação, o post original pode ser visto aqui.

Existe uma falha na forma em que a maioria das organizações classificam a severidade de um Bug. Aqui tempos um exemplo do “Elementool Web site“, tenho certeza de que você já viu algo assim:

Crítica: O Bug causa uma falha no sistema do software, sub-sistema ou um programa no sistema.

Alta: O bug não causa uma falha, mas faz com que o sistema produza resultados incorretos, incompletos, inconsistentes ou prejudica a usabilidade do mesmo.

Média: O bug não causa uma falha, não prejudica a usabilidade e não interfere na fluência do funcionamento do sistema e programas.

Baixa: O Bug é estético, uma valorização ou o resultado de uma falta de conformidade com um padrão.

Esses são problemas sérios, e existem problemas com a categorização também (por exemplo, a falta de padrão em um dispositivo médico pode causar uma repreensão pelo FDA [Food and drug administration, responsáveis pela saúde pública e veterinária, entre outras coisas nos EUA]; como isso pode ser severidade baixa?). Mas existe um problema mais sério com esses modelos de severidade, todos se referem a um sistema que nenhuma pessoa usou. Não existe empatia ou emoções, nenhum impacto nas pessoas. As descrições não mencionam o a vítima do problema, e certamente não identificam as consequências ao negócio. O que aconteceria se pensássemos nessas categorias de uma forma um pouco diferente?

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